Agronegócio

Série de cursos sobre melhoramento genético florestal promove capacitação e networking

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Entre fevereiro e junho/2022, a Universidade Federal de Goiás, por meio do Programa de Pós-Graduação em Genética e Melhoramento de Plantas, e a Embrapa Florestas realizaram a série de cursos “Atualização em Melhoramento Genético Florestal”. Oferecidos de forma gratuita e on-line, os cursos contaram com participantes de 154 instituições públicas e privadas do Brasil e do exterior (Alemanha, Austrália, Argentina, Canadá, Colômbia, Estados Unidos, Equador, México, Moçambique, Paraguai, Peru e Uruguai). Os participantes tinham liberdade para escolher os temas que gostariam de assistir e, totalizando todas as transmissões, a audiência chegou a 1.327 pessoas, com 349 inscritos.

A série ofereceu 18 cursos e contou com 20 palestrantes de 14 instituições. Segundo o professor Rafael Tassinari, que coordenou a série pela UFG, “o evento fomentou conhecimentos sobre melhoramento florestal que antes não estavam tão completamente disponíveis e sumarizados para os interessados da área. Reunimos muitos dos melhores profissionais e pesquisadores da área, que ministraram aulas sobre os diversos temas de suas especialidades, tudo de forma gratuita. Sem dúvidas estamos bastante orgulhosos da realização destes eventos”.

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A pesquisadora Cristiane Reis, que coordenou pela Embrapa Florestas, avalia que “a série de cursos foi uma excelente oportunidade de capacitação de agentes multiplicadores, promovendo também um salutar networking entre todos os participantes. Tivemos palestrantes com elevada expertise e participantes interessados e engajados. Foram eventos realizados a muitas mãos, com todo apoio de nossas instituições”. 

Fonte: Embrapa

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El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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