Agronegócio

Sucessão familiar no campo se fortalece com tecnologia e mecanização

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A sucessão familiar no campo tem se transformado no Brasil, impulsionada pelo avanço tecnológico e pela modernização da agricultura. Cada vez mais, jovens produtores assumem propriedades rurais com uma visão estratégica, utilizando inovações que contribuem para a continuidade e fortalecimento da produção.

Jovens no campo: permanência e inovação

Historicamente, muitos jovens deixavam o campo em busca de oportunidades nos centros urbanos. Hoje, a combinação de conhecimento técnico e ferramentas modernas tem incentivado a permanência das novas gerações na atividade rural. A gestão das propriedades passou a incorporar práticas mais eficientes, focadas em produtividade, qualidade e viabilidade econômica.

Cesar Roberto Guimarães de Oliveira, gerente de Vendas e Marketing da Agritech, destaca a mudança de cenário:

“Antes, a sucessão familiar enfrentava grandes dificuldades e muitos jovens deixavam o campo. Nos últimos 10 a 15 anos, isso mudou. Hoje, eles retornam com conhecimento técnico e tecnológico que contribui diretamente para a evolução das propriedades, tornando a sucessão mais estruturada e produtiva.”

Mecanização como vetor de transformação

A mecanização tem se consolidado como um dos principais fatores para a modernização das pequenas propriedades. Adoção de microtratores e tratores de menor porte otimiza o tempo de trabalho, reduz esforço manual e aumenta a capacidade produtiva, permitindo operações essenciais mesmo em áreas reduzidas.

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A Agritech atua diretamente nesse processo, desenvolvendo soluções adaptadas a diferentes culturas e modelos de produção. Segundo Oliveira:

“Investimos em máquinas customizadas para a agricultura familiar, garantindo eficiência operacional e melhor aproveitamento dos recursos disponíveis.”

Desafios e acesso ao crédito rural

Apesar dos avanços tecnológicos, o acesso ao crédito rural ainda limita a expansão da mecanização. Programas como o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) oferecem condições facilitadas, mas barreiras como burocracia, exigência de garantias e falta de informação restringem o alcance dessas linhas, especialmente em regiões menos assistidas.

Oliveira ressalta:

“O crescimento da produção nos próximos anos depende da ampliação do acesso à tecnologia e da inclusão produtiva. Será fundamental melhorar o acesso ao crédito e disseminar informações para que as soluções cheguem a todos os produtores que delas precisam.”

Perspectivas futuras

Com a modernização das práticas agrícolas, a sucessão familiar no campo se consolida como um caminho estratégico para o fortalecimento da produção e aumento da renda. A combinação de tecnologia, mecanização e formação técnica dos jovens cria oportunidades para um campo mais produtivo, sustentável e atrativo para as novas gerações.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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