Agronegócio

Temporada proibitiva de fogo será aplicada dia 1° de julho em Mato Grosso

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A partir de 1º de julho, inicia-se um período de combate a incêndios em Mato Grosso e todas as atividades de limpeza de pastagens com uso de fogo em áreas rurais não poderão ser realizadas. O período proibitivo terá seguimento até o dia 30 de outubro em zona rural, já na zona urbana, as queimadas são proibidas durante todo o ano.

O período proibitivo está previsto no decreto nº 1.356, de 13 de abril de 2022, publicado pelo Governo de Mato Grosso. A autorização do uso do fogo será liberada entre o 1° de julho e 30 de outubro, mas somente para práticas de prevenção e combate a incêndios que serão realizadas pelas instituições públicas responsáveis pela prevenção.

Para a Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), os produtores, assim como o público em geral, devem ficar atentos à proibição, já que a estação é seca e as chuvas estão diminuindo em todo o Estado.

Portanto, é importante interromper o uso do fogo, para prevenir e impedir a propagação do fogo.

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“Neste período de seca, as chuvas reduzem muito e aumenta a probabilidade de ocorrência de incêndios florestais e é preciso a conscientização do cidadão sobre prevenção e combate a incêndios para evitar estragos e tragédias como já vimos ocorrer”, disse o diretor-presidente da Acrimat, Oswaldo Pereira Júnior.

No ano de 2020, a região pantaneira mato-grossense sofreu graves incêndios florestais, que afetaram o meio ambiente e destruíram parte da área rural, resultando em perdas financeiras significativas e na saúde dos produtores regionais.

O Governo Nacional anunciou neste ano a destinação de R$ 32 milhões para prevenção e resposta a incêndios neste período crítico.

Esses recursos fazem parte de um programa de investimentos em prol de combater o desmatamento e a extração ilegal de madeira, que abrange sete áreas: gestão, monitoramento, responsabilização, fiscalização, prevenção e combate, proteção da fauna, e comunicação.

Fonte: Agroplus.tv

Fonte: AgroPlus

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El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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