Agronegócio

Uso de tecnologias espaciais na agricultura é tema de debate

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A chefe-adjunta de Pesquisa e Desenvolvimento, Lucíola Magalhães, participou, em Cuiabá (MT), nesta terça-feira (24), do evento “Agro: tecnologias e aplicações espaciais”, realizado pela Agência Espacial Brasileira (AEB), vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI). Além de integrar a mesa de abertura da solenidade, Lucíola foi palestrante no painel “Conexão e Informação”.

A cerimônia de abertura contou com a presença do ministro do MCTI, Paulo Alvim; do presidente da AEB, Carlos Moura; do reitor da Universidade Federal do Mato Grosso, Evandro Soares da Silva; do senador Wellington Fagundes (PL-MT); e do vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato), Marcos da Rosa, entre outras autoridades.

O objetivo do evento foi inspirar soluções inovadoras para os problemas enfrentados no setor do agro e viabilizar, a partir da utilização de tecnologias espaciais, um aprimoramento das práticas agrícolas e o desenvolvimento do setor de forma sustentável.

Futuro do agro

Na primeira parte da sua palestra, Lucíola abordou a visão de futuro do agro brasileiro e apontou algumas megatendências da agricultura. Entre as megatendências estão a sustentabilidade, adaptação à mudança de clima, agrodigital, integração de conhecimentos e de tecnologias. Ainda falou sobre o VII Plano Diretor da Embrapa, o alinhamento da Empresa com a Agenda 2030 e com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), e o Macroprocesso de Inovação.

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Na sequência, a chefe de P&D apresentou tecnologias desenvolvidas pela Embrapa para atender ao agro. Ela mostrou o sistema de alerta de pragas e doenças (Monitora Oeste), o SITE Aquicultura e a plataforma com as tecnologias sustentáveis para a agricultura e pecuária na Amazônia.

Também participaram do painel, os representantes do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicação (CPQD), Telecomunicações Brasileiras S.A (Telebras) e Visiona Tecnologia Espacial S.A. O moderador foi Rogério Nunes, coordenador do Parque Tecnológico do Mato Grosso.

Fonte: Embrapa

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Agronegócio

El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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