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Antes de morrer, assessor responsabiliza Bolsonaro e deputado por falta de vacina

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O assessor parlamentar José Roberto Feltrin, de 55 anos, gravou um áudio, dias antes de morrer vítima de Covid, responsabilizando Jair Bolsonaro e o deputado José Medeiros (Podemos-MT) pela falta de vacinas contra o novo coronavírus.

Feltrin trabalhava para Medeiros e enviou o áudio para amigos. Na mensagem, ele estava com falta de ar e temia “não escapar da doença”. O assessor morreu na última terça-feira (18).

“Eu acho que não vou aguentar. Eu tô mal pra caramba. Tô mal. A culpa é desse capitão bunda suja [Bolsonaro] que não comprou vacina para nós. Minha saturação saturou de ontem para hoje”, disse o assessor parlamentar.

“É como se um filme tivesse passando na minha cabeça agora. Esse tal de Medeiros também é responsável por tudo que está acontecendo com o povo brasileiro, esse maldito. Ele é responsável também. Esse cara vem apoiando esse governo genocida aí, esse cara vem sabotando a vacina desde o início. Já era para ter vacina para nós, para pessoas da minha idade e não tem. E ninguém faz nada nesse país maldito. Um retardado como esse Bolsonaro faz o que quer e ninguém faz nada”, complementou.

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Ouça o áudio do assessor parlamentar:

( Com Informações: O Antagonista )

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Ucrânia busca retirar civis escondidos com combatentes em siderúrgica

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Eles estão abrigados na siderúrgica Azovstal, em MariupolAgência ReutersFonte: Agência Reuters

A Ucrânia espera retirar nesta sexta-feira (29) civis que estão escondidos em uma enorme siderúrgica com os últimos combatentes, defendendo a cidade de Mariupol, no Sul do país. “Uma operação está planejada hoje para tirar os civis da siderúrgica”, disse o gabinete do presidente Volodymyr Zelenskiy, sem dar detalhes. A Rússia não comentou imediatamente as declarações da Presidência ucraniana.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, disse, após se encontrar com Zelenskiy em Kiev, na quinta-feira, que intensas discussões estavam em andamento para permitir a retirada de pessoas da siderúrgica de Azovstal, que foi atacada pelas forças russas que ocupam Mariupol.

“Estamos dependendo da boa vontade de todas as partes e estamos nisso juntos”, disse o coordenador de crise das Nações Unidas, Amin Awad, à Reuters na manhã desta sexta-feira.

Na terça-feira, o presidente russo, Vladimir Putin, concordou “em princípio” com o envolvimento da ONU e do Comitê Internacional da Cruz Vermelha na operação de retirada de Azovstal.

O conselho municipal de Mariupol disse que cerca de 100.000 moradores, em toda a cidade, estão “em perigo mortal” por causa dos bombardeios russos e das condições insalubres, e descreveu uma escassez “catastrófica” de água potável e alimentos.

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A Rússia declarou vitória em Mariupol na semana passada, mas centenas de forças ucranianas permanecem no vasto complexo industrial da siderúrgica de Azovstal. Civis também estão abrigados no local.

( Com Informações: Roraima Hoje )

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