Agronegócio

FAO visita Campina Grande para conhecer experiências na cadeia do algodão na agricultura familiar

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A agenda começa com uma visita à sede da Embrapa Algodão, onde conhecerão máquinas e implementos agrícolas desenvolvidos para otimizar a mão de obra no campo

De 11 a 13 de agosto, uma delegação formada por representantes da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO/ONU) e da Agência Brasileira de Cooperação do Ministério de Relações Exteriores (ABC/MRE) participa de uma missão técnica à cidade de Campina Grande, na Paraíba, no âmbito do projeto de cooperação sul-sul trilateral +Algodão. O Representante da FAO/ONU no Brasil, Rafael Zavala, fará parte da delegação.

O projeto +Algodão, que integra as ações do Programa de Cooperação Internacional Brasil-FAO, é executado desde 2013 de forma conjunta pela FAO/ONU e ABC/MRE com o objetivo promover o desenvolvimento sustentável da cadeia do algodão latino-americana. Mobiliza uma rede regional de mais de 90 instituições do setor público e privado que unem esforços para fortalecer a cadeia de valor do algodão. Sete países parceiros participam desta iniciativa: Argentina, Bolívia, Equador, Colômbia, Haiti, Paraguai e Peru.

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Durante o período da visita técnica à Campina Grande, o grupo conhecerá as experiências na cadeia do algodão para a agricultura familiar em temas de inovações e tecnologias e avanços das pesquisas e boas práticas em Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER), desenvolvidas pela Embrapa Algodão, Empaer-PB e Prefeitura de Ingá, instituições que são parceiras para o desenvolvimento sustentável da cadeia de valor do algodão da agricultura familiar.

A agenda contará ainda visita para conhecer as tecnologias de convivência com o Semiárido, no Instituto Nacional do Semiárido (INSA/MCTi); visita em campo ao Assentamento Maria Margarida Alves, para conhecer a produção e a agregação de valor ao algodão da agricultura familiar; e reunião no Instituto “Casaca de Couro”, experiência de integração público-privado

No município de Ingá, o grupo conhecerá a experiência “Algodão Paraíba”, da Associação Brasileira da Indústria da Moda Sustentável (ABRIMOS). Encerrando a missão dia 13, uma visita para conhecer organizações de mulheres artesãs e o tema de comercialização.

Saiba mais sobre o projeto +Algodão

O projeto +Algodão promove sistemas de produção sustentáveis ​​e inclusivos, desde uma perspectiva integral da cadeia de valor do algodão para a promoção do desenvolvimento rural, promovendo a agregação de valor, o comércio justo e a promoção do sistema agro têxtil. Por meio do projeto, são geradas oportunidades de troca de conhecimentos e experiências, fomentado o acesso a mercados, promovidas inovações tecnológicas e de gestão agrícola, a partir de uma perspectiva de sistemas agroalimentares, onde os sistemas diversificados de produção contribuem para a segurança alimentar e nutricional das famílias algodoeiras nos territórios mais vulneráveis. Além de ser uma oportunidade para negócios inovadores em países parceiros.

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Fonte: Embrapa

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El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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